Abertura:
10 de maio de 2007
Exposição:
De 10 de maio a 05 de junho de 2007
Nasceu em Campina Grande, Paraíba, em 1944. Muda-se para o Rio de Janeiro em 1958, onde estuda com Oswaldo Goeldi na Escola Nacional de Belas Artes. Sua primeira mostra data de 1962, e em 1964 conquista o Prêmio Isenção de Júri no Salão Nacional de Arte Moderna. Em 1965 ganha o Prêmio de Pintura da Bienal de Paris. Neste ano passa a residir na Europa, em Colônia, Alemanha, alternando daí por diante seu tempo entre o Brasil e a Europa.
Artista de vanguarda, marca profundamente a arte brasileira desde os anos 60 com uma obra exemplar na utilização das mais variadas formas e materiais para criação de idéias estéticas, através de um estilo muito pessoal na depuração de uma poética plástico-visual, o que o tornou um dos mais importantes artistas de sua geração e da arte internacional hoje, estando sua obra em várias coleções particulares e acervos de museus, como o de Arte Moderna de Nova Iorque.
Antonio Dias tem participação intensa em coletivas e bienais (da Bienal de São Paulo participou várias vezes a partir de 1981), e entre suas exposições individuais mais recentes temos: 1999, Centro de Arte Moderna da Fundação Calouste Gulbenkian (retrospectiva), Lisboa; Galerie Walter Storms, Munique; 2000, Museu de Arte Moderna da Bahia e Museu de Arte Contemporânea de Curitiba (Paraná); 2001, Museu de Arte Moderna de São Paulo.
Em 1987 Roberto Pontual escreveu a seu respeito: “Sua obra alarga-se com ações de pensar, oriundas somente de indicações, disparos em todos os sentidos. Nenhuma direção única diante das telas negras ou dos espaços
vertiginosos de poeira cósmica. (…) A adaga da ambigüidade corta a vida em mil pedaços para transformá-los em mil pedaços de arte.”.
Abertura:
10 de maio de 2007
Exposição:
De 10 de maio a 05 de junho de 2007





